Estatística das cartas psicografadas

Como vimos em vários posts anteriores, os fenômenos psíquicos sempre se apresentaram como processos de comunicação por excelência. Nesse sentido, um médium funciona como um instrumento de comunicação, embora limitado, ou um meio (dai o nome ‘médium’) que pode afetar o conteúdo de uma mensagem. Críticos ou descrentes na mediunidade vêem um médium de efeitos inteligentes como alguém que inventa deliberadamente informação a partir de si mesmo ou com ajuda de sinais exteriores, sinais que pessoas comuns não conseguem ver. Crentes nos ‘poderes Psi’ acham que bons médiuns são mentes privilegiadas, capazes de extrair informação do nada ou da mente de pessoas a sua volta.

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Chico Xavier: Nem santo, nem mito!

CHICO_XAVIER_O_SANTO_DOS_NOSSOS_DIAS_1318540331PVocê sabia que… Herculano Pires, em seu artigo: Chico Xavier – O homem do futuro, nos diz que Chico Xavier ficou aborrecido com o título de um livro, bastante conhecido, publicado por Ranieri, chamado: Chico Xavier, o Santo dos nossos dias? Diz Herculano:

“Este é um dos pontos que nos dão a prova da autenticidade de Chico Xavier: não se faz de santo, nem de perfeito, nem de mestre. Quando o dr. Ranieri publicou um livro com o título de Chico Xavier, o Santo dos Nossos Dias, o médium se aborreceu como se o tivessem ofendido. Não quer que façam dele uma imagem irreal”.

Mais adiante, acrescenta:

“Chico Xavier: nem um mito, nem um santo, um homem comum, mineiro, simples e apaixonado pelos animais, pelo trabalho, pela vida, pela caridade e dedicação ao próximo. Ele foi um exemplo de vida”.

Será que aprendemos a lição?