Cada um com sua missão

Recentemente conheci uma música Brasileira belíssima e que me soa um perfeito hino de espiritualidade livre, chamada: Gratidão, por Marie Gabrielle e Nicole Salmi, há um trecho da música que gostaria de destacar:

“Não há melhor, não há grande nem pequeno. 
O que há é muito o que trabalhar.
Cada um fazendo o seu direito, 

só alegria e belezas vão brotar”.

Ao visitar um terreiro de Umbanda, recorde-se desse trecho… Lembre-se que as diversas vertentes e formas de trabalho são ângulos e pontos-de-vistas e que cada uma, desde que respeite a ética e moral religiosa, fazem seu trabalho, dentro daquilo que lhes cabe, pouco importando se há atabaques, se o terreiro é grande, pequeno, muito decorado, pouco decorado, se trabalha com a esquerda, se não trabalha, etc.

Cada um fazendo a sua parte, sem dúvida, só belezas vão brotar!

 

 

A honestidade dos picaretas

mentiroso15Como narrei no post anterior, conversei com duas pessoas que sofreram ou recorreram à amarração para “ter uma pessoa de volta”. Num desses casos, porém, houve uma conversa interessante. A médium que aceitou fazer a amarração disse que seria honesta e que só aceitaria fazer o trabalho se de fato a resposta de seus guias fosse positiva… Detalhe, o trabalho custa R$ 4.000,00 (quatro mil reais).

Então, pergunto:

  • Alguém acha mesmo que uma pessoa recusaria 4 mil numa crise dessas?

Na verdade, parecer uma pessoa honesta (ainda que o que se proponha a fazer seja ruim) é fundamental em qualquer negócio. Ninguém quer negociar com alguém que não pareça falar a verdade. É por essa razão que esses tranqueiras sempre se esforçam em parecer sérios e respeitáveis.

Então, mais uma vez, alerto a todos que algum dia venham a correr os olhos nessa página: não existe seriedade, ética ou moral em que se propõe a fazer o mal a alguém. Essas pessoas sempre vão dizer o que você quer ouvir, por que não se importam com seu sofrimento, querem apenas seu dinheiro!

Amarrações

amarracao-coracaoRecentemente gravei um áudio sobre amarrações e, felizmente, duas pessoas vieram conversar comigo sobre isso. Uma que recorreu a esta prática e outra que “perdeu” o marido por conta dela…

É muito triste pensar que, em pleno século XXI, ainda hajam pessoas dispostas a isso!

Seja como for, um ponto interessante a ser considerado é como a amarração impacta a vida do outro cônjuge. Por ex:

Maria fez uma amarração para separar João de Ana. E como fica Ana nessa história?

Para que uma amarração funcione, é indispensável que os espíritos inferiores tirem quaisquer obstáculos do caminho de João, inclusive, pessoas que poderiam prejudicar seu intento.

Logo, é indispensável também atacar Ana, a fim de que ela fique o mais longe possível de João e, por consequência, o trabalho inteiro fica mais fácil…

Percebem como isso é problemático? Então, Maria, em nosso exemplo, é responsável não apenas por interferir nos caminhos do João, mas também da Ana. Em algum momento virá a cobrança…