Arquivo mensal: abril 2016

Previsões do futuro

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Previsões do futuro

futuroPODE UM GUIA FAZER PREVISÕES SOBRE O FUTURO?

A pergunta que motiva esse singelo texto foi motivo de muitos debates num grupo do facebook. De um lado, várias pessoas afirmando que os guias não podem fazer previsões sobre o futuro. De outro, muitos que juravam de pés juntos que não apenas podiam como eles próprios foram testemunhas disso.

Antes de responder diretamente a questão, devo dizer que parece ser cada vez mais comum o estranho comportamento de algumas pessoas em querer definir, elas mesmas, o que os guias podem ou não fazer.

Aparentemente, essa “teimosia” baseia-se na experiência pessoal de cada um. Portanto, se na casa dela os guias não fazem previsões sobre o futuro, logo, nenhum guia faz, em nenhuma casa. Uma generalização. E o que se diz sobre generalizações? …

Costumo sempre lembrar que nossas experiências representam apenas uma pequena parcela de todas as experiências existentes. Portanto, você pode ter 50 anos de Terreiro ou de Centro Espírita, contato mediúnico uma vez por semana e, ainda assim, o que você terá de experiências não será mais do que uma pequena parcela do que ocorre no Brasil (não vamos nem falar em termos de mundo).

No campo da Umbanda, quantos Terreiros existem? – Mil? Cinco mil? Trinta mil? Quantos médiuns participando das correntes? 15 mil? 25 mil? 50 mil? – Quantos guias se manifestando todo santo dia?

Será que, em cada Terreiro, através de cada médium, os guias devem sempre se comportar da mesma forma, falar as mesmas coisas?

Agora, respondendo a pergunta:

– Sim, os guias podem fazer previsões. E o fazem, quando julgam necessário.

Alguns espíritos têm a capacidade de ver o futuro. Quanto mais elevado, mais longe enxerga.

Passei por uma experiência quando um preto-velho narrou com precisão um fato que ocorreria três dias depois, bem como quando um cigano (espírito) fez três previsões (nada vagas) sobre o que ocorreria na minha vida num espaço de três meses, todas absolutamente precisas e corretas. E assim como ocorreu comigo, também testemunhei o mesmo com outras pessoas que frequentam a mesma casa, como entre amigos virtuais que moram em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.

Como certa vez disse Willian James: “Bastaria um único corvo branco para provar que nem todos são negros”.

Mas, aqui não apelaremos a isso, dado que, estou bastante certo, a minha experiência pessoal é apenas um pequeno detalhe, frente tantas outras que ocorrem por aí, cotidianamente, dentro e fora da Umbanda, onde se pode dizer em alto e bom tom que: embora nem sempre comuns, as previsões quanto ao futuro podem ocorrer.

 

 

 

Amigos de André Luiz

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Amigos de André Luiz – O Projeto

A Obra do Espírito André Luiz pela psicografia de Chico Xavier é mais que uma coletânea espírita: são obras que falam ao espírito! Por isso, seu domínio e extensão ultrapassam, muito, as fronteiras do próprio Espiritismo.

Como disse Emmanuel, no prefácio de Nosso Lar: Precisamos, em verdade, do Espiritismo e do Espiritualismo, mas, muito mais, de espiritualidade.

Esta frase é uma sentença que resume bem a universalidade da obra.

Antes de André Luiz, tínhamos pequenas narrativas, aqui e acolá, sobre o Mundo Espiritual. A partir dela começamos a entender o Mundo Espiritual, sua estrutura, diversidade. Ele foi, por assim dizer, o bandeirante espiritual que desbravou a selva de ignorância entre o além e a Terra.

Mas, não apenas isso. André Luiz não se limitou a matar nossa curiosidade sobre o lado de lá. Ele também mergulhou fundo nos dramas humanos, trazendo-nos experiências riquíssimas. Explorou, o quanto pôde os problemas da obsessão e da mediunidade.

Por essa razão, entendemos, sua obra abrange todas as pessoas. Não se trata de uma obra exclusivamente de cunho espírita, embora se desenvolva neste meio, ela atinge a todos. Espíritas, Umbandistas, Candomblecistas, Católicos, Espiritualistas, Esotéricos, Livre-pensadores, TODOS que desejam compreender mais e melhor o mundo espiritual se beneficiarão da leitura das obras de André Luiz.

Este site é um lembrete permanente da importância dessas obras. E é justamente por isso que sugerimos:

• Leitura e estudo constante das mesmas;
• Formação de grupos de estudos familiares;
• Estudos públicos realizados em Centros, Terreiros e Casas Espiritualistas;
• Permanente divulgação.

Mais informações?

www.andreluiz.info