O passe espírita

Há algum tempo escrevi um post sobre o “passe virtual”, este absurdo que inventaram para tranquilizar pessoas à distância. Agora, gostaria de escrever brevemente um pequeno aviso sobre passes espíritas:

Passes longitudinais, verticais, p1, p2, p3, nos chácras, com pernas cruzadas ou descruzadas (o mesmo vale para os braços), mãos com a palma pra cima, palma para baixo, passe com bocejo, sopro, toque no corpo da pessoa, abanando as mãos, estalando os dedos, esfregar as mãos, fazer movimentos como se estivesse tirando alguma coisa, passes descalços, etc.

TUDO isso é desnecessário. São maneirismos bobos e sem fundamento doutrinário algum criados para complicar um processo simples por natureza. Eu fico espantado de ver livros e mais livros sendo editados oferecendo técnicas, desenhos e esquemas para aplicar o passe – afinal, com tanto livro sendo lançado, quem tem tempo para ler Kardec? Tudo absolutamente desnecessário.

O passe verdadeiramente espírita exige apenas boa-vontade, oração em favor do outro. No máximo, erguer as mãos sobre a pessoa e orar em seu favor (nem erguer as mãos precisa, já que o pensamento é que vai levar os fluidos e não as mãos). Portanto, se você for a um centro e lá observar as coisas que citei acima, desconfie. Onde entra misticismo, o Espiritismo acaba perdendo.

Ao longo dos anos, percebemos que responder aos contraditores, quase sempre munidos de paixão pessoal, nos custava tempo e energia que poderiam ser aplicados em algo mais útil. Por essa razão, não respondemos ataques. Ofensas serão deletadas.

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