Arquivo mensal: dezembro 2013

Fingimento mediúnico

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lobo

Um amigo frequentou durante muitos anos um Centro Espírita que, para mim, sempre pareceu foco de mistificações e obsessão coletiva. É o mal de cidade pequena: falta opção. Desde há muito o incentivava a sair. Não via como algo bom poderia vir de um ambiente perturbado. Este ano ele felizmente parou de frequentar.

Como este companheiro é médium vidente (cujas habilidades eu mesmo já pude comprovar), participava ativamente das reuniões mediúnicas do grupo. Mas, como igualmente é do tipo questionador e que acaba, direta ou indiretamente, criando “polêmica” ante aqueles que aceitam qualquer coisa do além como verdade, passou a receber dos ‘espíritos’ alguns “recadinhos”.

Ele me conta que gradativamente as comunicações mediúnicas começaram a ser direcionadas para ele. Os espíritos trabalhadores da casa sempre tiravam uns minutinhos para psicografar uma orientação. Nestes bilhetes, diziam até que ele estava perturbado, cercado por maus espíritos e com as ideias confusas.

Não fosse pelo conhecimento prévio da total desestrutura deste Centro, poder-se-ia pensar no caso. Porém, não se trata disso. É fingimento mediúnico. Médium colocando na boca dos espíritos aquilo que não tem coragem de falar com a sua própria.

Quando resolveu sair, soube por seus pais que os dirigentes queriam que voltasse, pois sua saída era, justamente, o que os inimigos do grupo queriam. Pena que eles não sabem que sair da CASA não é a mesma coisa que sair da CAUSA.

Obs.: Embora meu objetivo seja facilitar a compreensão do Espiritismo para o iniciante, torna-se igualmente importante alertar àqueles que estão começando no Espiritismo que não há Vaticano Espírita. As Federativas exercem funções apenas de orientação. As pessoas são livres para fundar Centros Espíritas e geri-los como quiserem. Quem avalia se um Centro Espírita é bom ou não são os frequentadores. Por isso, estejam alerta. Não é porque alguém pinta numa parede “Centro Espírita”, que o que se faz lá dentro seja, de fato, Espiritismo.

 

Estudar pelo celular!

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Você gosta de estudar o Espiritismo, mas está meio sem tempo para fazer as leituras necessárias? Que tal aprender ouvindo?

 Eu uso um método bastante simples: Através de um programa gratuito chamado “Free YouTube to MP3 Converter”, que pode ser achado facilmente no google,  eu baixo somente os ÁUDIOS dos vídeos/palestras/documentários/rádio-novelas/audiobook’s, etc., que desejo ouvir, coloco no celular e escuto enquanto estou no ônibus.

Através desse método simples você pode estar sempre em contato com os ensinos espíritas e, assim, aprender. 

Um péssimo Centro Espírita

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Aproveitando os dias de folga, decidi conhecer alguns Centros Espíritas em Uberaba que sempre tive vontade de conhecer. Um destes há muito desejava visitar, mas nunca conseguia. Ontem, consegui.

Fui com minha noiva e chegamos um pouco atrasados, por volta das 19h50min. O portão estava fechado e havia uma senhora do lado de fora. Por mim, iria embora, mas minha noiva insistiu para que perguntássemos à senhora se abririam o portão. Ela gentilmente nos informou que sim, pois no momento da prece eles fecham o portão e então esperamos.

Do lado de fora se podia percebe que se tratava de um Centro bem simples, com muro branco e paredes azuis. Logo que o portão foi aberto, um senhor nos cumprimentou e entramos. Havia vários bancos de madeira, estilo Igreja, e o teto era ainda de forro, o que mostrava ser uma construção antiga (o Centro existe há quase 40 anos).

Encontravam-se umas 35 pessoas no local. Observei que do lado esquerdo havia uma espécie de fila de cadeiras que se estendia de uma salinha até a porta de entrada. À frente, uma grande mesa com um pano branco e algumas flores (aqui o motivo de muitos ainda chamarem Centros Espíritas de “Mesa Branca”), e nesta grande mesa um homem na casa dos cinquenta.

A reunião logo se iniciou e esse homem levantando-se, disse: “Hoje seria o estudo “do Evangelho”, mas fulano não está aqui. O que vocês preferem: “O Evangelho” ou O Livro dos Espíritos”? Alguém disse: “O Evangelho!” – ao que ele retrucou: “É melhor O Livro dos Espíritos, não vou entrar na área do fulano”.

De imediato, aquilo que incomodou. Então, até aquele momento, não se sabia o que iríamos estudar durante a reunião? Estranho…

A palestra se iniciou e caminhava tudo relativamente bem. Linguagem simples, boas referências doutrinárias, um errinho daqui, dali, nada muito comprometedor. Típico.

Contudo, ao longo da palestra, algumas pessoas que iam saindo do passe (e, meu Deus, quando é que o pessoal vai aprender que passe + palestra = bagunça na palestra?), simplesmente entravam na frente da mesa (o palestrante estava atrás da mesa) para cumprimentá-lo e se despedirem. Ele interrompeu umas quatro vezes a palestra para cumprimentá-los.

Não demorou muito e havia duas crianças na faixa de oito-dez anos que ficavam correndo por todo o Centro. Sentavam-se à mesa principal, sentavam nos bancos, iam para fora, voltavam. Isso me irritou bastante, pois, a todo momento, minha atenção era cortada (recado aos pais: Centro Espírita não é local para seu filho exercitar atletismo).

Conforme as pessoas saiam do passe, a maioria ia embora. Assim, em vinte minutos o Centro ficou vazio com meia dúzia de pessoas assistindo a palestra. Se não fosse o suficiente, preciso mencionar que havia uma senhora “controlando” a entrada de pessoas na câmara de passe. Essa senhora o tempo todo brincando com uma criança, cochichava com as pessoas da fila, dava gargalhas mal-disfarçada, etc.

De repente, observo que ela faz um sinal com os dedos chamando a mim e minha noiva para o passe. Levantamos. Quando nos sentamos à fila, o palestrante simplesmente fechou o livro e sentou-se ao nosso lado, iniciando uma conversa com uma mulher sobre assuntos quaisquer. A palestra terminou do nada.

Observei que as pessoas ao entrarem na fila, tiravam suas carteiras, chaves, bolsas e relógios e colocavam sobre a mesa, que estava lotada de garrafas pet com água para fluidificar.

Procurei alguém da equipe para poder questionar, mas não encontrei ninguém. Então, obedeci. Ao meu lado esquerdo, estava uma das crianças baderneiras e juntos o que imagino ser seu pai e sua mãe. Algumas vezes, escutava uma gargalhada estranha, pisadas no chão e alguns grunhidos. Pensei que fosse algum vizinho comemorando loucamente a festa pagã que hoje chamamos Natal…  Não dei muita importância e esperei. A porta do passe se abriu e entramos.

A sala era pequena e havia vários passistas em fila. Um deles se aproximou, pôs as mãos sobre minha cabeça e começou a balbuciar alguma prece. Repentinamente, a mulher que imagino ser a mãe daquela criança baderneira se contorce, coloca os braços para trás, começa a pisar forte no chão, a dar gargalhadas e a gritar. Eu me assustei, desconcentrei-me da prece e comecei a olhá-la com o canto do olho.

Foi quando percebi que havia um senhor coordenando aquilo tudo e ele disse, firme: “Você, fora daqui”. Então, uma passista sem fôlego começa a dizer para ela pensar em Jesus, que os espíritos seriam atendidos, que ficasse tranquila – e fazia gestos com a mão como se estivesse tirando alguma coisa da mulher – a própria garotinha que estava ao meu lado não se abalou muito, o que me deu a impressão de que aquilo era mais ou menos comum.

Não consegui me concentrar por nenhum instante. Vários passistas bocejavam, outros gemiam “ai,ai” e o senhor ali com um maestro dando alguma ordem que fazia com que os movimentos dos passistas ora fossem rápidos, lentos ou circulares. Quando tudo terminou, notei que a mulher estava bem cansada.

Saímos. Eu e minha noiva nos olhamos com um misto de espanto e, ao mesmo tempo, com vontade de rir. Logo que a próxima turma entrou na sala, escutamos outros gritos e pisadas no chão. Sai do Centro e do outro lado da rua, onde paramos a moto, ainda escutávamos os gritos dentro da câmara de passes.

Eu poderia enumerar a série de recomendações doutrinárias que este Centro infringia, mas acho que o relato falará por si mesmo. Eu fiquei estarrecido de viver uma experiência assim. Jamais imaginei que em Uberaba poderia haver um Centro tão desestruturado, pois a maioria dos que conheço é seu justo oposto. Sai dali dizendo a mim mesmo que não voltaria mais.

Eu poderia e até sinto vontade de citar o nome deste Centro. Mas, não vou fazê-lo. Eu precisaria ouvir o outro lado, entender sua cultura, para depois ponderar. Não vou perder tempo com isso. Porém, resolvi escrever este alerta para dizer: fuja de lugares assim. Isso não é Espiritismo!

 

 

 

Espíritos da Umbanda podem se manifestar nos Centros Espíritas?

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preto-velho

Fato. Antes de tudo, porém, é preciso esclarecer que não há isso de espíritos da Umbanda e espíritos do Espiritismo. Espíritos são espíritos e manifestam-se onde quiserem.

Eu já escutei dezenas de versões dessa história de que no terreiro o espírito se manifesta como preto-velho e Dr. no Centro Espírita, pois os Espíritas não aceitariam a manifestação de preto-velhos por preconceito.

Sinceramente, acho que isso é um mito que muitos Umbandistas repetem (eu já ouvi isso num terreiro de Umbanda, mas em mais de uma década em vários centros eu NUNCA vi isso acontecer).

Acontece que a Umbanda trabalha com arquétipos e um deles é o preto-velho. É ingenuidade pensar que o preto-velho seja o espírito de um negro e ex-escravo. Ele pode ter sido escravo, médico, dentista, lixeiro, etc. Quando um espírito se manifesta como preto-velho ele apenas está identificando a qual falange espiritual de trabalho ele pertence e isso é válido somente na Umbanda, sendo muito mais parte do RITO religioso (dos encarnados), do que uma necessidade do espírito em se manifestar.

No Espiritismo não se usa nada disso. O espírito se manifesta dando o nome que ele quiser. Contudo, a Umbanda, assim como o Candomblé, não tem muito interesse em estabelecer uma relação de contato direta com os espíritos familiares, preferindo as consultas com guias e instrutores. Já no Espiritismo o processo é o inverso e o contato com familiares é muito intenso, dai a necessidade do espírito se manifestar com seu nome.

Todos os espíritos podem se manifestar nos Centros Espíritas e não há vedação alguma quanto a isso. O problema é que, na tentativa de umbandizar o Espiritismo, muitos julgam por preconceito o fato dos dirigentes não aceitarem – não a manifestação do espírito que se identifica como preto velho (que, repito, eu nunca vi dentro de nenhum centro em mais de uma década) -, mas a todos os trejeitos, maneirismos e apetrechos ritualísticos que se usa na Umbanda. Isso precisa ficar claro.

O que os dirigentes vedam (ou vedariam, por que acho que isso acontece é muito mais exceção do que regra), não a manifestação desses espíritos, mas o fato de não se aceitar no espiritismo toda a ritualística que se usa na Umbanda. Simples assim. 

Se um espírito quer se manifestar num Centro Espírita e usar elementos como álcool, cigarros, folhas e ervas; se ele quer fazer uma gira, um ponto riscado ou ponto cantado, ele certamente está equivocado e errou de endereço. Não se trata de preconceito, é simples coerência doutrinária. Todos esses apetrechos ritualísticos não fazem parte do Espiritismo. Portanto, por que os centros deviriam aceitá-los?

Como espírito, repito, ele poderia se identificar como quisesse. Poderia usar seu nome, uma alegoria, um pseudônimo. Poderia se manifestar no Espiritismo, na Umbanda, no Catimbó, etc.

Obs.: É preciso considerar, contudo, que uma boa parte dos espíritas não entende muito sobre a Umbanda e pelo fato de verem nas giras Umbandistas uma série de rituais que não entendem, logo concluem que se trata de espíritos inferiores. Ledo engano.

O Espírita não pode frequentar outras religiões?

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Mito. Cerca de 11% dos Brasileiros frequentam mais de uma religião. O Espiritismo não impõe proibições aos seus adeptos. Todo espírita é livre para fazer o que quiser e viver como quiser. Quando muito, a doutrina dará uma orientação, mas essa orientação não deve ser vista como uma forma de castrar seus membros. O livre-arbítrio, para os espíritas, é sagrado.

Recomenda-se apenas o cuidado de não misturar as religiões na prática espírita. Qualquer pessoa pode, muito bem, frequentar um Centro Espírita e um Terreiro de Umbanda, mas essa pessoa não deve querer espiritizar o Terreiro nem Umbandizar o Centro.

 

Fatos e Mitos

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Fatos e mitos

Iniciarei neste blog uma série chamada: Fatos e Mitos.  O objetivo é bastante simples: de forma sucinta, responder às dúvidas gerais sobre o Espiritismo classificando como Fato (isto é, verdadeiro) ou Mito (ou seja, não é verdadeiro). Quem quiser contribuir, basta enviar um email com sua pergunta par: montes.psico@gmail.com

Herculano Pires falando sobre Cidades Espirituais

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Herculano Pires é a nova vedete dos fundamentalistas espíritas. Por ter sido durante toda sua vida bastante combativo contra o que julgava desvirtuamento do Movimento Espírita, cada vez mais está sendo citado pelos fundamentalistas como apoio às ideias que defendem.

Eles não pretendem a discussão séria dos princípios espíritas, pretendem apenas afirmar suas próprias crenças, taxando os que não pensam como eles de “tolos” ou, mais polidamente, dos que “não estudaram”.

Mas, não dá para fazer essa discussão simplesmente omitindo a crença de um espírita a esse respeito. É o caso de Herculano Pires. Recentemente, por exemplo, assisti a uma palestra em comemoração ao centenário de nascimento de Herculano, onde o palestrante, do começo ao fim, falou apenas das suas próprias crenças, citando aqui e ali Herculano, de forma a fazer crer que Herculano concordaria com a ideia de que Colônias Espirituais não existissem.

Abaixo, segue apenas um recorte do programa No Limiar do Amanhã, número 92 de 1972, onde Herculano, ao responder a dúvida de um ouvinte, deixa claro o que pensava sobre o assunto. Confiram:

Eu acho perfeitamente lógico questionar a existência de cidades espirituais; se espíritos comem ou bebem; se dormem; se possuem necessidades fisiológicas, etc. Eu mesmo não possuo (mais) uma visão clara a este respeito. Esta é uma questão importante e que não deve ser aceita somente pela crença na mediunidade de Chico Xavier ou em sua elevação moral, que é justamente o que fazem os chamados “místicos” no Espiritismo.

Mas, não dá para fazer essa discussão omitindo a opinião de alguém sobre o assunto, expondo somente aquilo que interessa a própria causa e deixando o que não interessa de lado. Isso não é honestidade intelectual. 

Tatuagens e Espiritismo

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Uma dúvida bastante comum entre iniciantes é se tatuagens marcariam o perispírito (envoltório fluídico que recobre o espírito, vulgo, “corpo espiritual”). Antes de responder diretamente essa questão, é preciso dizer que tal assunto não foi abordado por Kardec. Portanto, não há uma visão espírita sobre este assunto. Entretanto, podemos inferir uma opinião com base em alguns princípios bem conhecidos no Espiritismo e tirar algumas conclusões.

Mas, por que algumas pessoas acham que fazer tatuagem marcaria o perispírito?

A ideia é que os desenhos na pele seriam retransmitidos ao perispírito por se tratar de uma agressão ao corpo físico, feita de forma voluntária. Ideia semelhante a que se encontra em muitos livros espíritas sobre o suicídio: como se o ato de acabar com a própria vida, dando um tiro na cabeça, por exemplo, destruísse também o perispírito, fazendo com que, na próxima encarnação, tal pessoa reencarnasse com problemas mentais ou coisas do tipo. Algumas obras falam até de um suposto “vale dos tatuados”…

Agora, vejamos o que diz Kardec sobre o perispírito no livro: O Principiante Espírita, item 9:

“Quando unida ao corpo, durante a vida, tem a alma um envoltório duplo: um pesado, grosseiro e destrutível – o corpo; outro leve, fluídico e indestrutível – o perispírito”.

Observem a palavra destacada acima: indestrutível. Segundo o dicionário online Priberam, indestrutível quer dizer: 1. Que não pode ser destruído. 2. Inalterável, firme. Pois bem, como algo “que não pode ser destruído, inaterável”, pode ser marcado? Imaginemos, por exemplo, uma pedra que fosse indestrutível. Ela poderia ser riscada? Não! Se é indestrutível, nada pode afetar-lhe a estrutura.

Voltemos agora a O Livro dos Espíritos, questão 91, que diz:

91. A matéria opõe obstáculo aos Espíritos?

“Nenhum; eles passam através de tudo. O ar, a terra, as águas e até mesmo o fogo lhes são igualmente acessíveis.”

Se o espírito pode passar através do fogo (que imagino ser muito mais destrutivo do que a agulha de uma máquina de tatuar) sem maiores problemas, por que um simples desenho lhe afetaria a estrutura?

Para finalizar, vamos recordar a questão 150 B, de O Livro dos Espíritos:

b) — A alma nada leva consigo deste mundo?

“Nada, a não ser a lembrança e o desejo de ir para um mundo melhor, lembrança cheia de doçura ou de amargor, conforme o uso que ela fez da vida. Quanto mais pura for, melhor compreenderá a futilidade do que deixa na Terra.”

Conclusão

Parece estar havendo uma inversão de valores no meio espírita que, cada dia mais, tenta materializar os processos espirituais. Por ocasião da morte, o espírito leva somente suas lembranças, conquistas ou fracassos da vida Terrena. É isto que lhe importa. Vejo longos debates de gente preocupada com simples desenhos na pele e seus futuros danos perispirituais e sempre me recordo que nossa cultura desde cedo fura a orelha das crianças do sexo feminino sem maiores problemas. Uma orelha furada é menos impactante ao perispírito do que um desenho na pele? Nem por isso se vê relato de crianças nascendo com orelhas dilaceradas, o que me leva a pensar de que tais impressões da matéria desfazem-se junto com o corpo ao morrer.

É igualmente aterrador pensar que haja quem creia que o simples fato de tatuar a pele, por qualquer porção, seja um passaporte para zonas Umbralinas de sofrimento. Então, o que nos diz a mensagem “uma realeza Terrestre”, em O Evangelho Segundo o Espiritismo, não conta mais? O que importa, agora, é o “bom cuidado” que tenho com a minha pele? Dermatologistas devem adorar essa postura…

“Para preparar um lugar nesse reino são necessárias a abnegação, a humildade, a caridade, a benevolência para com todos. Não se pergunta o que fostes, que posição ocupastes, mas o bem que fizestes, as lágrimas que enxugastes”. O Evangelho Segundo o Espiritismo