Arquivo mensal: setembro 2013

Biógrafo de Chico Xavier escreve sobre vida de Kardec

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O jornalista Marcel Souto Maior, autor de “As Vidas de Chico Xavier”, escreve agora sobre a vida Allan Kardec, francês que codificou o espiritismo no século 19.

Em “Kardec”, título com lançamento previsto para 21 de outubro, Souto Maior procura compreender como um cético notório se transformou em uma referência quando se trata de comunicação espiritual e vida após a morte.

Nascido em 1804, Hippolite-Leon Denizard Rivail, nome de batismo de Kardec, buscava uma explicação racional para uma série de fenômenos ocorridos em uma pequena propriedade no Estado de Nova York, nos EUA, em 1848.

As manifestações –sons cadenciados ouvidos pela família Fox, donos da propriedade– foram testemunhados por outras pessoas. A investigação resultou na criação da doutrina espírita e rendeu oscinco livros fundamentais para o espiritismo.

Além de “As Vidas de Chico Xavier”, livro adaptado para o cinema com o título “Chico Xavier”, o autor também assina “Por Trás do Véu de Ísis” e “As Lições de Chico Xavier”.

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“Kardec”
Autor: Marcel Souto Maior
Editora: Record
Páginas: 322
Quanto: R$ 31,90 (preço promocional de pré-venda*)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

Atenção: Preço válido por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques. Não cumulativo com outras promoções da Livraria da Folha. Em caso de alteração, prevalece o valor apresentado na página do produto.

Texto baseado em informações fornecidas pela editora/distribuidora da obra.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/livrariadafolha/2013/09/1346232-biografo-de-chico-xavier-escreve-sobre-vida-de-kardec.shtml

Tudo dá errado quando vou ao Centro?

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Muitas pessoas relatam fazer planos durante o dia para visitar um Centro Espírita e, quando se aproxima a hora, simplesmente desanimam. Alguma visita inesperada acontece, surge algo de última hora para fazer, etc. Seria isso influência espiritual?

É preciso considerar que, como tudo, as coisas possuem várias explicações, especialmente quando não temos todas as informações necessárias para apreciar determinado quadro. Às vezes, a explicação mais óbvia é realmente a correta. Às vezes, o que você sentiu foi preguiça na sua forma mais pura e simples, ainda que não admita, a princípio.

O mesmo ocorre em relação à organização e planejamento. Às vezes, nos organizamos tão mal que simplesmente tropeçamos em nossos próprios erros. Mas, será que sempre é assim?

desanimoNão. Às vezes, alguns espíritos podem realmente nos obstar o caminho. Especialmente se nossa ida ao Centro tiver algum peso e relevância maiores que a simples visitação. A ida ao Centro pode representar, para o espírito que nos obsedia (se houver uma obsessão) ou, simplesmente, para os espíritos que não desejam nosso progresso, a ameaça de seus domínios e, neste caso, eles podem mesmo se empenhar em nos atrapalhar de todas as formas que encontrarem.

Podem sugerir a um vizinho menos vigilante para nos chamar. Podem induzir desejo de uma visitação de última hora (onde, previamente, sabem que você ficará sem graça e deixará de ir ao Centro para não desagradar à visita) e, em alguns casos, como eu mesmo experimentei, podem induzir dores de cabeça ou mal estar muito fortes em razão do seu envolvimento fluídico conosco.

É preciso lembrar, contudo, que somos influenciados à medida das nossas imperfeições morais e se algum espírito nos ataca, é que de alguma forma, moralmente, permitimos. Se isto estiver acontecendo com você, só há um remédio: Melhoria moral. Orar e vigiar constantemente.

Ao se esforçar em se melhorar e, por consequência, orar com mais fervor (elevar os pensamentos) ao passo que se vigia (conhece-se melhor), nós naturalmente elevamos nosso padrão vibratório e a sintonia se perde, não podendo mais tais espíritos nos influenciar. Esse processo, contudo, pode levar uma vida toda para se concretizar. Mas, você só irá saber o quanto, se tentar.

O Espiritismo oferece algumas oportunidades muito boas para isso. Um primeiro passo pode ser a leitura e reflexão da questão 919ª de O Livro dos Espíritos.